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Hoje é 17 - 11 - 2018.
CULTURA
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018
"FRATERNIDADE E SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA"

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Com o final do carnaval 2018, a Quarta-Feira de Cinzas foi dia de lançamento oficial da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica. Com o tema “Fraternidade e Superação da Violência” e o lema “Em Cristo somos todos irmãos” (Mt 23,8), a campanha visa a discussão ampla do tema. Na divulgação, durante coletiva com a imprensa, que contou com a participação de outros representantes da Igreja e de segmentos sociais, o bispo diocesano Dom Francisco Biasin falou da importância da união dos povos e religiões para vencer a violência.
No lançamento da campanha, Dom Francisco, ao lado de representantes da Igreja e de outros movimentos e segmentos diversos, falou sobre a última pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sobre a segurança. Os dados apontam que, em 2014, o País chegou ao topo no ranking, com o número absoluto de homicídios, ou seja, somando um total de 59.627 mortes violentas.
Conforme o Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2017, no Estado do Rio de Janeiro foram registrados 6.731 assassinatos, incluindo homicídio doloso, por confronto com a polícia, latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, e lesão corporal seguida de morte. Do total de mortes violentas do ano passado, ainda segundo o ISP, 1.549 ocorreram no interior o que significa, segundo o bispo, que a violência não está somente nas grandes capitais.
O bispo diocesano lembrou ainda que, a Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) definiu o tema da da campanha deste ano devido ao seu alto grau de complexidade.
O documento aponta formas e tipos de violência no Brasil, dando destaque às praticadas contra os negros, os jovens e as mulheres.
"Os grupos sociais vulneráveis são as maiores vítimas da violência", disse o presidente da entidade, cardeal Sérgio da Rocha.
“A Igreja sempre tem alertado sobre a perda de direitos sociais. Não podemos admitir que os mais pobres arquem com sacrifícios maiores. Precisamos de políticas públicas para nos ajudar a superar e a assegurar os direitos fundamentais que as pessoas têm”, defendeu o cardeal.
Durante o lançamento da campanha, o presidente da CNBB listou também como prática violenta, a corrupção. “A corrupção é uma forma de violência, e ela mata”, disse o cardeal. Segundo ele, “ao desviar recursos que deveriam ser usados em favor da população, os políticos acabam promovendo uma outra forma de violência contra o ser humano, a miséria”.
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A VITÓRIA DO PROTESTO NO CARNAVAL DO RIO
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A Beija-Flor conquistou nesta quarta-feira (14) seu 14º título no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. O forte protesto contagiou o público no enredo "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu."

A Paraíso do Tuiuti acertou em seu enredo e conquistou o vice-campeonato do Carnaval do Rio de Janeiro em 2018.
O enredo "Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?", sobre os 130 anos da Lei Áurea, a Tuiuti mostrou com muita ironia que a escravidão permanece até hoje, mas de forma diferente.
Tanto a campeã quanto a vice-campeã se destacaram principalmente por saberem colocar na avenida o sentimento de revolta do povo brasileiro contra a corrupção e a inoperância das instituições que deixam os cidadãos brasileiros desassistidos de segurança, saúde, educação, justiça social e dignidade.
O protesto no carnaval deixa claro que o povo brasileiro não se deixa enganar pelos lobos em pele de cordeiros com malas de dinheiro. Que o povo se sabe abandonado pelos políticos no executivo e no legislativo, mas também pelas autoridades no judiciário.
Publicado em 30 de outubro de 2018.
A VITÓRIA DO PROTESTO NO CARNAVAL DO RIO
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A Beija-Flor conquistou nesta quarta-feira (14) seu 14º título no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. O forte protesto contagiou o público no enredo "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu."

A Paraíso do Tuiuti acertou em seu enredo e conquistou o vice-campeonato do Carnaval do Rio de Janeiro em 2018.
O enredo "Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?", sobre os 130 anos da Lei Áurea, a Tuiuti mostrou com muita ironia que a escravidão permanece até hoje, mas de forma diferente.
Tanto a campeã quanto a vice-campeã se destacaram principalmente por saberem colocar na avenida o sentimento de revolta do povo brasileiro contra a corrupção e a inoperância das instituições que deixam os cidadãos brasileiros desassistidos de segurança, saúde, educação, justiça social e dignidade.
O protesto no carnaval deixa claro que o povo brasileiro não se deixa enganar pelos lobos em pele de cordeiros com malas de dinheiro. Que o povo se sabe abandonado pelos políticos no executivo e no legislativo, mas também pelas autoridades no judiciário.

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Publicado em 30 de outubro de 2018.